
Rogério
Miranda
Fã de teatro, cinema e cultura pop, sou geek e cadeirante! Essa talvez seja uma das formas de me apresentar.
Nasci em dezembro de 1979 e, ainda muito cedo, o diagnóstico de uma deficiência física rara desenhou os primeiros contornos da minha jornada. Mas as limitações nunca ditaram o meu ritmo. Aos cinco anos, as rodinhas do meu triciclo Tico-Tico eram as minhas pernas no pátio da escola; aos sete, a falta de acessibilidade me forçou a mudar de colégio. Lá, entre salas de aula e cirurgias, tornei-me o aluno nota dez da turma.
Quando chegou o vestibular, a paixão pelas ciências esbarrou no receio das barreiras físicas de um laboratório. Foi aí que descobri o Jornalismo. Decidi que a Comunicação seria a minha voz. Eu sabia que não poderia fazer a cobertura de uma guerra, por exemplo, mas poderia ser um bom cronista ou crítico de arte.
Encontrei um mercado de trabalho que ainda engatinhava nos debates sobre cotas e inclusão. Comecei como freelancer, até que meu caminho cruzou com o ecossistema corporativo. Em uma multinacional do agro e mineração, entrei como webdesigner, mas logo migrei para o Marketing e, posteriormente, Assuntos Corporativos. Lá, construí uma carreira de mais de 20 anos.
Meu envolvimento com Diversidade, Equidade e Inclusão me levou a palestrar em lugares de destaque, como na Claro S/A e escritório do Google, além de escolas, festivais e exposições em diferentes cidades. Em 2025, fui convidado para ser membro do júri do Link Festival e também do Conselho de Consultores da AACD.
Prazer!